Tempo de ameaças

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  As nuvens escuras pairavam calmamente sobre a cidade como se aguardassem o momento exato do ataque; como se estivessem observando todos aqueles reles mortais e suas incapacidades. A brisa suave e fria que acompanhava a sombra do céu nublado, passava por entre os transeuntes, semelhante a um sopro, um sussurro alertando sobre a ira das densas nuvens.

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PapoPost | Entre cometas e alienígenas

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  Big Bang! Assim como a explosão energética que deu origem a tudo isso que chamamos de universo, vida e demais elementos que certamente nem conhecemos, inicio este singelo conteúdo. É nesse clima tão acolhedor dos cosmos que abordo a primeira notícia. Aliás é do próprio espaço que ela vem.

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A loja de vídeos

natal-branco-com-bing-crosbywhite-christmas-vhs-raro-1954-8388-MLB20003022810_112013-F   Ainda visito vídeo locadoras. Isso mesmo! Por mais arcaico que possa aparentar, de tempos em tempos visito uma determinada locadora que fica entre meu trabalho e minha residência. É respectivamente nesse sentido que a percebo – do trabalho à residência. Durante esse percurso fico mais suscetível a escolher alguns filmes, entre outras coisas. Atualmente os poucos espaços existentes  são considerados desatualizados, quase obsoletos, um ramo comercial em decadência, uma memória agradável em diversas cidades do mundo. Continuar lendo “A loja de vídeos”

O primeiro marciano

O primeiro marciano

Tudo é possível para a ficção. Dar um pulinho ali em Marte pode ser considerado algo corriqueiro, diante de tudo que já foi concebido pela imaginação humana para contextualizar contos e filmes surreais.  Faz parte do nosso instinto criativo conceber ideias e percepções sobre as realidades futurísticas. As literaturas fantasiosas dos primeiros séculos já exploravam o grande desejo de presenciar  outros mundos  e o medo do espaço desconhecido que o futuro representa. No cinema, as viagens intergalácticas e as visitas de “marcianos” são alguns dos roteiros mais apreciados pelo público.

O filme Perdido em Marte é uma sensacional obra sobre um futuro não tão distante. Assisti-lo me manteve até o final sob forte efeito da gravidade em meu sofá. O roteiro incube ao personagem de Matt Damon, o astronauta Mark Watne, a missão de representar o espírito explorador dos terráqueos em um planeta onde, na ausência de oxigênio, há muito solo infértil, terríveis tempestades e uma paisagem peculiar composta por vales, crateras e sombras. Ahh sim! Ele está sozinho. Continuar lendo “O primeiro marciano”

Tecnofobia

Tecnofobia
  Era o final dos anos 90. As derradeiras máquinas de datilografia finalizavam seus últimos escritos oficiais brasileiros. Rapidamente o barulho da existência de letras sendo gravadas sobre a folha de papel por uma engenhoca mecanizada esmaeceu. O silêncio digital se apoderava dos lares e de grandes centros empresariais. O elemento que determinava uma profissão foi destituído de sua função pelo benefício e status proporcionado pela tecnologia eletrônica. O micro-computador aliado a impressora ganhava a preferência de todos. Fico curioso em saber qual foi a última palavra impressa em mídias oficiais utilizando os tipos metálicos de tal máquina. Certamente foi ladeada por um ponto final. (Estando no Brasil, é possível que em algum setor público, uma máquina de datilografia ainda esteja em atividade.)

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Peixe fora d’água

Peixe fora d’água
  Obviamente o post anterior foi uma pequena sátira sobre a atual realidade em que conectamos, ou melhor, vivemos. Um cotidiano digital, globalizado e perecível, que se faz mais  presente nas áreas de comunicação, marketing, jornalismo e/ou tecnologia. Os indivíduos adeptos dessa cultura/profissão são capazes de assimilar diferentes informações, falar, raciocinar, e gerar conteúdo relevante numa rotatividade maior que o uso da cafeteira em polos de criação. Predominantemente, quem se sente mais confortável nesse ambiente é a “galera” da geração Z. Meninos e meninas nascidos entre os anos 90 e a década de 2000, que desde a primeira infância, contaram com a presença da tecnologia eletrônica em suas vidas.
  Com tanta informação livre e em formatos cada vez mais ágeis, fica óbvio que, em algum momento durante essa experiência virtual, ocorra uma sobrecarga na capacidade humana de deliberar. Afinal, até o mais potente dos computadores – me refiro a sua cachola – precisa de “energia” para o pleno funcionamento.

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Conte tudo

DSC01047Conte-me tudo conteúdo; Tudo o que puder. Quero saber as últimas notícias sobre o cenário mundial, seja ele político, econômico, geográfico, tecnológico, histórico, espacial, artístico, seja o que for; desejo estar ciente de todos os fatos, inclusive aqueles da vida mais exclusa dos holofotes da mídia. Vamos! Quero ligar a minha tela iluminada LED e fazê-la uma janela aberta para todas as informações disponíveis na esfera deste planeta. Atualizo o meu córtex cerebral com artigos, noticiários, tutoriais, ebooks, quadrinhos e demais textos. Alimento minhas inspirações ouvindo as melhores coletâneas musicais disponíveis em APPs/sites como o Spotify, Deezer, Grooveshark, Rdio e visualizando esquetes, trailers, filmes e curtas no Youtube, Itunes ou Neflix. Expresso minha opinião nas redes sociais sobre Continuar lendo “Conte tudo”